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Acordo com o CNJ

Assinatura de ACT​

Para desenvolver novos módulos para a PDPJ-Br, antes de mais nada, o seu órgão ou instituição deve firmar um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o CNJ, especificando o escopo geral da aplicação a ser desenvolvida.

A minuta de ACT deve ser enviado para gerenciaexecutivapdpj@cnj.jus.br, junto ao documento de apresentação negocial da solução e documento técnico indicando a aderência aos requisitos técnicos e de arquitetura da PDPJ-Br (multi tennancy, utilização do SSO, integração ao notificações, utilização de Springboot, Postgres, etc.).

Também deve ser enviada minuta de Canvas para elaboração de do plano de projeto.

Execução do projeto​

Firmado o ACT, é realizada uma reunião de Kick off do projeto entre o CNJ e o solicitante. O Kick off do projeto é um marco importante para a jornada que se seguirá. Sua programação, o tempo dedicado e o investimento devem ser proporcionais à relevância dos objetivos que motivaram o desenvolvimento do projeto.

Cabe salientar que todos os participantes, incluindo Product Owner ou Patrocinadores, e até mesmo algumas partes interessadas afetadas indiretamente pelo projeto, devem participar do evento. Os principais objetivos a serem conquistados são:

  • Comunicação:
    • Propósito do projeto;
    • Objetivo;
    • Estruturação;
    • Metas, expectativas e desafios a serem enfrentados;
    • Atuação dos envolvidos em cada etapa do processo;
    • Canal principal de comunicação do projeto.
  • Alinhar os papéis e responsabilidades;
  • Integrar os envolvidos e iniciar a formação do espírito de equipe;
  • Estimular o uso da criatividade para quebrar paradigmas e gerar inovações;
  • Ressaltar fatores que podem ajudar na promoção do engajamento nos objetivos estratégicos do projeto em busca de reduzir antagonismos;
  • Sensibilizar as partes interessadas para as necessidades e mudanças contínuas, como estratégia de competitividade e benefícios de determinada solução no órgão ou área;
  • Definir a Matriz RACI;
  • Estabelecer a Definição de Pronto (Definition of Done – DoD);
  • Indicar qual o tipo de projeto (tradicional ou ágil);
  • Definir o PO, Scrum Master/Gerente de projeto e pontos focais técnicos do projeto;
  • Levantar premissas, restrições e riscos preliminares.

Papéis​

Nessa reunião inicial, os seguintes papeis serão definidos, de suma importância para o projeto:

  • Patrocinadores: Garante recursos, resolve conflitos e viabiliza o projeto para que ele cumpra seus objetivos, ou seja, possui grande influência, e agrega valor e conhecimento acerca do negócio. Deve assegurar que os benefícios estão sendo entregues de acordo com o desenvolvimento do projeto. Geralmente é o demandante da aplicação.
  • Gerente do Projeto: Gerencia as ações necessárias à realização dos projetos. Coordena e lidera a sua equipe para a entrega do produto do projeto dentro do escopo, prazo e custo estabelecido com os envolvidos.
  • Product Owner: É o representante indicado pelo Patrocinador Demandante, responsável pelos aspectos funcionais da solução. Preferencialmente o PO é um profissional da área gestora que domina as regras do negócio, as necessidades e os problemas que o software que será desenvolvido deve solucionar.
  • Scrum Master: Lidera as ações necessárias à realização de um ou mais projetos, implementando os valores e as práticas ágeis, orientando e liderando a equipe do projeto para garantir a entrega do produto do projeto de acordo com os requisitos estabelecidos no Canvas e no Backlog do Produto. Profissional indicado pelo CNJ.
  • Equipe do Projeto: Quem efetivamente irá codificar a aplicação. Geralmente, uma equipe formada pelo Tribunal/órgão demandante.
  • Mentor Técnico: Ponto focal da área técnica do CNJ responsável por fazer a ponte entre o SM/GP e as áreas internas do Conselho.

Sustentação de novos módulos​

A incorporação de soluções à PDPJ-Br pressupõe a formalização de plano de suporte, manutenção e evolução da solução disponibilizada, a ser elaborado pelo conjunto de participantes do projeto de desenvolvimento, com prazo de duração determinado conforme prognóstico de obsolescência da solução.

Acessos: Git e Jira​

Superadas as questões burocráticas, será fornecido pelo CNJ um repositório oficial para depósito do código fonte da aplicação (o CNJ utiliza como ferramenta de versionamento o git, e uma interface web para acesso aos projetos por meio do GitLab - https://git.cnj.jus.br), bem como será criado o projeto correspondente na ferramenta de controle de demandas Jira - https://www.cnj.jus.br/jira.

Solicitação de acesso

Para ter acesso ao GitLab e ao Jira do CNJ, o desenvolvedor deve encaminhar um email para cadastrodeusuariospje@cnj.jus.br.